sexta-feira, 4 de maio de 2012

Mesa que parece se mover de Zaha Hadid








"É mesa que parece estar em movimento, como um redemoinho”, disse a arquiteta.
A peça, que passava por ajustes finais naquele momento, acaba de ser lançada em Londres e foi revelada em primeira mão para a Casa Vogue. Trata-se de uma mesa em edição limitada de 8 (mais 2 provas de artista e 2 protótipos) intitulada Liquid Glacial, para a David Gill Galeries.
Formada por duas mesas independentes que, juntas, chegam a medir mais de 5 m de comprimento, a criação apresenta um trabalho complexo de geometria. A mesa dá a impressão de fluidez através de uma série de ondas e redemoinhos que partem do tampo até a sua base, e que são perceptíveis graças ao uso do Plexiglas, um acrílico transparente resistente e maleável.
O resultado é um móvel que se transforma constantemente de acordo com o ponto de vista do observador, sem comprometer o lado ergonômico e funcional. Uma peça que reflete a constante busca de Zaha em explorar na arquitetura o movimento através dos espaços. (BRUNO SIMÕES)



FONTE:www.casavogue.com/design/zaha -hadid-cria-mesa-que-parece-se-mover

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Graffiti Café

 Graffiti Cafe in Varna, Bulgaria.,Studio Mode
   
Que Lindo!!!!

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Project description:
We built up the interior as natural continuation of the architecture. By functional design we separated the area into two zones: the front zone was incorporated into the exterior creating public space and feeling of console silhouette of the building; the rear zone was separated through floor and roof design that allowed reducing depth of space while keeping the panorama.
The real challenge was to solve all functional problems related to ventilation, sound and mostly acoustics in a way subordinated to the chosen aesthetics as an interpretation of Escher work and the structure combinatory from one side and the striving to achieve this aesthetics through sparing use of materials and means of expression on the other side.
We created identical and unique concept that generalizes and masters the space while satisfying all technological and functional requirements. The result is trendy interior with sufficient dose of artistry as intentionally wanted reference to the Gallery of Modern Art situated on the next level of the building.





Fonte:www.contemporist.com

terça-feira, 1 de maio de 2012

As Cidades mais Coloridas do Planeta



1. Guanajuato, México
Na região central do México, as cidades surgiam em torno das minas que produziam 30% da prata comercializada na época colonial. A escalada de construções espanholas refletiu a prosperidade, e o colorido rosperidade, e o colorido das fachadas, o espírito latino do povo.
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2. San Juan, Porto Rico
A parte antiga da cidade é um verdadeiro mosaico de estilos. Dos tons quentes aos pastéis, as cores revestem toda a região, das fachadas até as ruas — os paralelepípedos que vieram da Espanha no século 16 ganharam uma leve coloração azulada com o passar do tempo.
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3. Valparaíso, Chile
O colorido das residências que vão de uma ponta à outra é um dos charmes da cidade portuária. Cercada por aproximadamente 40 colinas, a região ganhou o apelido de São Francisco do Sul.
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4. St. Johns, Canadá
O clima gélido do ártico destaca ainda mais essa cidadezinha que fica no Canadá. Quanto mais perto do canal, mais intensas são as cores dos imóveis de madeira.
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5. Cinque Terre, Itália
Na costa da Riviera Ligure, situada entre cinco praias, as comunidades tingem o mediterrâneo com suas casinhas que escalam o morro. De tons pastéis, as vilas de pescadores recebem durante a temporada de verão celebridades de todo mundo.



6. Wroclaw, Polônia
Wroclaw fez parte da Alemanha, da Prússia e da Aústria antes de entrar para o domínio da Polônia, na 2ª Guerra Mundial. Embora tenha passeado pelo mapa, a identidade cultural foi mantida, principalmente nas residências coloridas.
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7. Rio de Janeiro
Favela Painting, projeto dos holandeses Jeroen Koolhaas e Dre Urhahn, desembarcou na comunidade de Santa Marta para revitalizar seu cartão-postal: a praça Cantão, que fica na entrada do morro. Raios coloridos transformaram 34 casas (e até a quadra da escola de samba local) em um monumento vivo da arte ótica.
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8. Jodhpur, Índia
A “cidade azul” brotou no mapa a partir da separação de castas que há no país. Os Brâmanes, que pertecem à linha sacerdotal, pintaram suas casas de azul para diferenciá-las das do restante. Quando o local começou a crescer, os novos moradores, religioso ou não, construíram seus imóveis e pintavam as paredes com a mesma cor, até que a cópia virou uma tradição – não se vê outro tom que não o índigo.
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9. São Francisco, EUA
As fachadas de casas antigas formam um mar de cores nas ruas de São Francisco. Os moradores pintaram suas residências para criar uma identidade visual e, ainda, ressaltar os detalhes da arquitetura vitoriana, que caracteriza a cidade.
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10. Cidade do Cabo, África do Sul
Um quarteirão do bairro Bo-Kapp é uma das maiores atrações da capital da África do Sul. A área residencial que abrigou muçulmanos, descendentes de escravos que vieram de países asiáticos no século 19, ganhou um colorido especial: nem a mesquita escapou da pintura vibrante.
Fonte:casavogue.globo.com/arquitetura/top/10-as-cidades-mas-coloridas-do-planeta/

Salas...



Quem disse que cozinha integrada ao living exige que a sala de jantar tenha um design impessoal? Eis um exemplo que derruba aquele modelo de comedor funcional e um pouco sem graça. A começar pela luminária pendente, em diferentes níveis, que já dá uma graça toda especial para o conjunto. As cadeiras de couro também não ficam atrás – elas têm uma certa brasilidade que, por si só, já irradia uma bossa irresistível. A mesa, por fim, com seu tom quente de madeira completa a composição.


O tom discreto e sóbrio dos ingleses não entra nessa casa à venda em Notting Hill, bairro famoso em Londres pela arquitetura vitoriana. O imóvel de três andares não faz cerimônia nos espaçosos 2.040 m² e brinca com o limite entre cômodos e estilos sem drama. Na sala de jantar, o lustre desce como pêndulo em espiral, como uma instalação-móbile de galeria, modernizando o ambiente. O bom humor fica completo com as formas do mobiliário retrô — os pés-palitos dão charme ao aparador e às cadeiras de madeira teca — e com o espelho feito de grandes mosaicos que conferem um clima disco ao sério chá das cinco. Também pudera: a imobiliária Domus Nova avisa que o cantor Robbie Williams era o antigo dono da casa que, hoje, vale 3,45 milhões de libras (quase R$ 10,5 milhões).


Em qualquer ambiente, as cadeiras Tulipa, de Eero Saarinen, roubam a cena com suas linhas space age. Neste loft em San Antonio, no Texas, desenhado pelos designers do estúdio Poteet Architects, seu desenho futurista e retrô comparece em dez unidades, fazendo a composição em branco que dita o décor. A cor domina móveis e acabamentos, enquanto o amarelo das flores e da obra de arte criam um impacto mais do que bem-vindo. Tapete grafite e luminária metálica complementam o ambiente, tornando-o mais funcional


Um lugar calmo, de paz e reflexão, era o que o casal dono desta morada buscava quando decidiu se mudar para o deserto do Arizona, nos EUA, nas imediações da cidade de Paradise Valley. Não surpreende, portanto, que os elementos da paisagem ao redor estejam presentes na maioria dos ambientes da casa. Na sala de jantar, o entorno aparece sutilmente nas pedras que se revelam através da janela, como se fossem uma pintura que decora ao mesmo tempo que traz sombra para dentro. A leve penumbra é contrastada com o amarelo da parede e a claridade de mesa e cadeiras de jantar – umas delas diferente das demais, como que a representar a própria casa, uma preciosidade do deserto, projetada pelo estúdio will bruder+PARTNERS.

Quem vê esta iluminada sala de jantar nem imagina que ela é um dos ambientes de uma antiga fábrica de lã convertida em loft, na cidade de Brisbane, Austrália. Muitos são os elementos que contribuem para a atmosfera jovial do espaço, a começar pelas cadeiras Ghost, um dos mais famosos objetos desenhados por Philippe Starck. Elas roubam a cena entre os móveis, junto da luminária pendente The Random Light, design de Bertjan Pot para a Moooi, no corredor ao fundo. Tapetes e obras de arte também são fundamentais para a composição. Mas o que distingue o clima radiante neste espaço desenhado pelos arquitetos do estúdio Donovan Hill é o contraste entre pilares e vigas metálicas com as paredes hiperbrancas e do piso de cimento queimado.
 Fonte:casavogue.globo.com/décor-do-dia

Design e Artesanato o Caminho Brasileiro

Luminária de Tina Moura e Lui Po Pumo, feita com palha de artesãs gaúchas
Ao contrário de países como a Itália, no qual a tradição artesanal fez parte do desenvolvimento do design, no Brasil, o artesanato sempre foi visto como uma atividade à parte. A partir de meados da década de 1990, porém, design e artesanato se aproximam, e essa reconciliação gera bons frutos.
No livro Design + Artesanato: o Caminho Brasileiro (Terceiro Nome, 240 págs.), Adélia Borges faz uma radiografia da revitalização do objeto artesanal brasileiro. Ricamente ilustrada, a publicação será lançada em São Paulo no dia 2 de fevereiro, n’A Casa – Museu do Objeto Brasileiro.
Também estão previstos lançamentos em Belo Horizonte, em 8/2, no Outono 81; no Rio de Janeiro, em 9/2, na Novo Desenho; e, no Recife, em 13/3, no Museu do Homem do Nordeste. (WINNIE BASTIAN
Objetos de papelão e fibra, de Maria da Fé, MG
Mesa Mandala, de Claudia Moreira Salles, com centro trançado
Crochê de tiras de couro da Coopa-Roca, Rio de Janeiro
Fios tingidos com plantas diversas
Colares de fibra tucum de São Gabriel da Cachoeira, AM
Tapete Broinha, de Claudia Araújo
Loja Wariró, em São Gabriel da Cachoeira, AM
Cadeira Multidão, dos Irmãos Campana, feita com bonecas de Esperança, PB
Fonte:casavogue.globo.com /lazer-e -cultua/design-artesanato-o-caminho-brasileiro