domingo, 4 de novembro de 2012

 

Top 10: obras de arte feitas na natureza

Uma seleção com o melhor da Land Art internacional


A intenção não é demarcar o território ou criar uma simples — e, muitas vezes, bela — marca na paisagem, mas trabalhar o instinto do próprio terreno e revelar a delicadeza que existe no ambiente externo. Essa é a ideia por trás do conceito de Land Art, modalidade de criação artística que é feita na natureza a partir de materiais orgânicos nela encontrados pelos autores. Selecionamos abaixo dez artistas conhecidos por suas intervenções, que vivem do seu, digamos, talento natural.
top10_land_art (Foto: Jim Denevan / Peter Hinson)
1. Jim Denevan
Com um simples pedaço de madeira, o artista desenha sozinho enormes padrões geométricos nas areias da praia, na terra e na neve e deixa suas obras à mercê da fúria do mar e do vento.
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top10_land_art (Foto: reprodução)
2. Nils-Udo
No flerte entre utopia e movimento, o bávaro montou um ninho de 80 toneladas com arbustos, pedras, galhos, terra e grama ainda em 1978, na cidade de Lüneburg Heat, na Alemanha.
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top10_land_art (Foto: divulgação)
3. Robert Smithson
Lama, pedras e cristais de sal formam um espiral de 460 m de comprimento e 4,5 m de altura no lago de água salgada de Utah, nos Estados Unidos. Construída em 1970, a intervenção do americano resiste ao tempo e pode ser vista nos dias de hoje durante o período de baixa da lagoa.
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top10_land_art (Foto: divulgação)
4. Simon Beck
Quando os alpes franceses ficam cobertos de neve, Beck calça seus sapatos para desenhar padrões matemáticos nas montanhas — que, agrupados em uma escala monumental, viram flocos de neves tridimensionais.
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top10_land_art (Foto: reprodução)
5. Walter Masson
As estações inspiram as telas e as formas: no outono, o alemão desenha com as pontas vermelhas das folhas; no inverno, ele reconstrói a neve em novos formatos; e, na primavera, preenche os bosques com arcos de flores.
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top10_land_art (Foto: divulgação)
6. Cornelia Konrads
A alemã começou a trabalhar com Land Art em 1998, depois de completar 40 anos. O diploma em cultura e filosofia parece inspirar suas esculturas vivas, que questionam o efêmero com cordas de aço – a obra Moment of Decision foi feita num parque público sueco com neve, corda de aço e linha de pescar.
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top10_land_art (Foto: reprodução)
7. Andrew Goldsworthy
O artista e ambientalista britânico cria suas esculturas apenas com materiais do próprio terreno, como este portal feito de galhos secos, que se confunde em meio à profundidade das árvores. A intenção de Goldsworthy é manipular a percepção do rústico e intocável que as pessoas têm da natureza.
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top10_land_art (Foto: divulgação)
8. Andrew Rogers
O escultor montou o maior projeto de Land Art do mundo com a exibição de Rhythms of Life, um projeto com 48 obras de pedra maciça que envolveu mais de 6.700 pessoas em 13 países diferentes. O animal acima, de 80 m de comprimento e 3 m de altura, foi erguido no meio do deserto do Atacama, no Chile, em 2004.
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top10_land_art (Foto: divulgação)
9. Mikael Hansen
Em atividade desde a década de 1980, o dinamarquês monta instalações naturais em várias partes do mundo, como Alemanha, Coreia do Sul, Itália e Japão. Mas as mais famosas estão no seu país, como a Organic Highway, que empilha troncos no meio da floresta.
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top10_land_art (Foto: reprodução)
10. Sylvain Meyer
O trabalho desta francesa é tão cuidadoso que a intervenção parece brotar junto da árvore — as raízes trançadas, feitas com cascas velhas de árvores, projetam leveza e ritmo ao tronco.

www.casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2012/05/top-10-obras-de-arte-feitas-na-natureza

Paris atualiza tradição dos floristas

Lojas descoladas se espalham pela cidade



  (Foto: divulgação)
As floriculturas roubam a atenção de quem passeia pelas ruas e avenidas de Paris. A imensa diversidade de espécies, formas, cores e perfumes jamais passa despercebida. E, mesmo para quem não pode levar um arranjo para casa, esse é um roteiro que vale a pena pelo simples prazer de contemplar o trabalho dos melhores floristas da cidade. Confira quais são as melhores casas do ramo na capital francesa!
  (Foto: divulgação)
Bois Violette  - Em seu acolhedor ateliê, Clotilde Rohart trabalha tranquilamente ao som de musica clássica. Privilegia a utilização de espécies provenientes dos arredores de Paris.
Endereço: 7, rue du Pont aux Choux, 75003. De terça, quinta e sábado, das 11h às 20h30; e, às quartas, das 14h30 às 20h30.
  (Foto: divulgação)
Baptiste Fleurs – De uma pequena porta no 5eme arrondissement, saltam sob a calçada arranjos florais delicados e poéticos que convidam a entrar no mundo de Baptiste. Ele também é responsável pela floricultura situada na loja da Hermès.
Endereço: 51, rue Censier, 75005. De terça a sábado, das 10h às 18h.
Yannick Vincent – O florista se define como amigo das plantas e dos jardins desde sua infância. Especialista em orquídeas, ele lembra da primeira planta desta espécie, que ganhou de seus pais. Um verdadeiro artista, Yannick seleciona espécies vindas de diversas partes do mundo.
Endereço: 4, Place de Petit Peres, 75002. De terça a sábado, das 10h às 20h.
  (Foto: divulgação)
Frédéric Garrigues – Amante de arranjos naturais e até selvagens, o trabalho de Garrigues é dos mais originais. Como seus arranjos são únicos, só trabalha sob encomenda.
Endereço: 2, rue Saint- Gilles, 75003. De terça a sábado, das 10h30 às 20h.
  (Foto: divulgação)
Hermès – Logo na entrada da suntuosa loja da Hermès, localizada em Saint-Germain-des-Prés, exibem-se em um balcão as raras espécies escolhidas por Baptiste. É um escândalo!
Endereço: 17, rue des Sevres, 75006. De segunda a sábado, das 10h às 19h.
Odorantes – Nesta floricultura, as espécies são escolhidas por sua beleza e também por seu envolvente perfume. Encontram-se peônias, rosas, tulipas e até ramos de ervas em seus arranjos.
Endereço: 9, rue Madame, 75006. De terça a sexta, das 11h às 19h30; e, aos sábados, das 11h às 18h
www.casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2012/09/paris-atualiza-tradição-dos-floristas
Papelarias deParis guardam tesouros

Roteiro indica lojas modernas e tradicionais

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  (Foto: reprodução)
Mélodies Graphiques – Ao entrar nesta papelaria, a sensação é de voltar no tempo. Há de tudo para quem curte escrever cartas à moda antiga: canetas tinteiro, tinta em diversas cores, cadernos de caligrafia, papéis de carta e lacres de cera. Além disso, oferece cartões e convites feitos à mão e cadernos e postais de inspiração vintage. O destaque fica para os papéis italianos, com estampas lindas e delicadas.
Endereço: 10, rue du Pont Louis Philippe, 75004. Às segundas, das 14h às 19h; e, de terça a sábado, das 11h às 19h.
  (Foto: reprodução)
Georges and Co. – É o verdadeiro templo da caligrafia parisiense, com tudo para quem pretende se dedicar à arte milenar da escrita, como tinteiros, papéis artesanais e cursos. Também dispõe de um espaço de exposição e de um café para leitura.
Endereço: 90, rue du Bac, 75007. Às segundas, das 13h30 às 19h; e, de terça a sábado, das 10h30 às 19h.
  (Foto: reprodução)
Grim Art – Localizada numa dessas passagens típicas de Paris, acessível apenas à pé, trabalha com álbuns, cadernos e diários de couro de fabricação manual, material de caligrafia e papéis artesanais italianos.
Endereço: 59/61, rue Saint André des Arts, 75006. De terça a sábado, das 11h às 19h.
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Design clean e refinado
  (Foto: reprodução)
Papier Plus – Com métodos artesanais e produção francesa, está no mercado desde 1976. Fabrica caixas, arquivos, cadernos e álbuns com capas de tecido de diversas cores e design clean.
Endereço: 9, rue du Pont Louis Philippe, 75004. De terça a sábado, das 12h às 19h.
  (Foto: reprodução)
Calligrane – Papelaria refinada que trabalha com materiais bastante diferenciados, como os delicados cartões ilustrados por Agnes Pontier e cadernos e blocos de produção artesanal.
Endereço: 4-6, rue du Pont Louis-Philippe, 75004. De terça a sábado, das 11h às 19h.
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De tudo um pouco
  (Foto: reprodução)
Bookbinders Design – De origem sueca, esta papelaria faz o estilo moderno típico dos países nórdicos. Vende desde papéis, cadernos e agendas até tesouras, colas e clipes.
Endereços: 53, rue Vieille du Temps, 75004. Às segundas, das 14h às 19h; de terça a sábado, das 11h às 19h30; e, aos domingos, das 11h às 19h.
130, rue du Bac, 75007. De segunda a sábado, das 11h às 19h.
  (Foto: reprodução)
L’Art du Papier – Oferece de tudo um pouco no que se refere ao mundo de papelaria e escritório, como Moleskines, canetas-tinteiro etc. O diferencial fica para os papéis especiais para origami e material para scrapbooking.
Endereços: 48, rue Vavin, 75006; 16, rue Daunou, 75002; e 197, Boulevard Voltaire, 75011. De segunda a sábado, das 10h30 às 19h. 
www.casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2012/09/papelarias-de-paris-guardam-tesouros/
Piscina é o centro de lar espanhol

Arquitetura repensa paradigmas do morar

  (Foto: David Frutos)
Como o nome indica, a Pool House, de Joaquin Alvado Banon, trabalha a relação entre arquitetura e água. Num contexto de baixa densidade, em Orihuela, Espanha, a obra explora o papel da piscina privada infiltrada num ambiente construído, redefinindo-o. Não se trata de uma casa com piscina, mas a água é indissociável da construção.
Com um formato bastante moderno, o conjunto pode ser percebido como a adição pela justaposição de três corpos quase independentes. As ligações se dão internamente, por meio de pés-direitos duplos e, externamente, com a ponte em “Y” que se divide horizontalmente e verticalmente, como escada. Cada parte tem sua personalidade, e alguma privacidade em relação às outras.

No todo, a arquitetura tem uma aparência retorcida. A dupla função deste partido se divide em: contemplar a natureza que envolve a morada, as montanhas de Orihuela, assim como a cidade; e explorar as melhores condições de luminância solar. A reunião dos panoramas de todos os lados visa dar um sentido de liberdade, de integração com o exterior, volatilizando as limitações do terreno. É o modo que o projetista encontrou para debater arquitetonicamente as questões dos espaços privados e públicos. A rua é convidada a fazer parte do projeto – a rampa na entrada parece ser uma continuação da via.
A piscina, que nasce logo no acesso do terreno, é o coração do projeto, e por isso foi destacada em laranja, que contrasta com o cinza que predomina pelas paredes externas. A água propicia um método de exploração da casa diferente: é possível nadar através da construção. Há todo um cuidado luminotécnico em relação à piscina. A massa construída foi intencionalmente pensada para expressar uma secura, uma aridez, com o emprego de materiais como o concreto e o aço. A justificativa é o deslocamento da atenção para água, novamente, que “umedece” o local.
O volume, que se espalha e domina a área do lote foi conquistado com um longo do processo deliberativo. Isto porque os papeis que a casa deveria desempenhar são muitos e complexos. A luz foi levada em conta em larga escala, bem como a busca por ambientes que propiciassem experiências temporárias, diferentes em cada cômodo. “Entrar, sair, entrar, noite, manhã, comer, tomar banho, tudo ocorre entre o dentro e o fora, entre o construído e o exterior”, explica Banon. Para ele, a forma ideal já existe antes de gerado o projeto, as variáveis, juntas, a sussurram. Basta encontrá-la. Internamente, os espaços de reunião se entrelaçam num âmbito que paira entre o privado e semi-privado, “como no ato de viver”, contextualiza o arquiteto.
  (Foto: David Frutos)

  (Foto: David Frutos)

  (Foto: David Frutos)

  (Foto: David Frutos)

  (Foto: David Frutos)

  (Foto: David Frutos)
 
 
 

 

 
Casa retorcida cria novas experiências

Curvas e vidro fundem lados de dentro e de fora


  (Foto: Iwan Baan)





Uma casa "retorcida" em torno de um único eixo, em total harmonia com a topografia acidentada das colinas de Weinberg, nas cercanias de Stuttgart, Alemanha, é o novo projeto do cada vez mais celebrado escritório holandês UNStudio. Estruturada sobre quatro elementos principais – um poço de elevador, dois pilares e uma coluna interna –, a leve e fluida residência dispõe de um grande vão interior que mantém seus quatro cantos desobstruídos. Paredes envidraçadas retas, em conjunto com as fachadas curvas da construção parecem distorcer a visão de quem olha de dentro para fora da casa, numa instigante ilusão de óptica. A ideia principal por trás do projeto, segundo os arquitetos, não é oferecer vistas rasgadas para o entorno – o que a morada oferece –, mas, sim, proporcionar experiências únicas de conexão entre o lado de dentro e o lado de fora do edifício.
  (Foto: Iwan Baan)
O desenho parte de um único ponto central, em volta do qual a escadaria central revolve. A partir desse eixo, a casa se organiza em movimentos diagonais, seguindo o caminho do sol – cada evolução na torção leva a momentos em que a vista exterior se torna uma experiência integral do interior da casa.
Diferentes atmosferas e divisões definem seus ambientes internos, todos recebedores de muita luz natural. A exceção é a sala dedicada à música e à caça, propositadamente concebida em painéis de madeira escura do teto ao chão.
Com uma antiga plantação de vinho de um lado e uma bela vista para a cidade do outro, o jardim segue a mesma linha em diagonal, tornando-se uma continuação da planta da residência. Cada área dele possui uma determinada função de plantio e uso da terra.
  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)

  (Foto: Iwan Baan)


 

 

 

 

 

 

sábado, 3 de novembro de 2012

Bar ecologico no Vietna -
 


O arquiteto vietnamita Vo Trong Nghia, combinou materiais naturais com práticas de design contemporâneo para criar o Bar WNWlocalizado em Binh Duong província da região sul do Vietnã.



Com uma arquitetura ousada e diferenciada, sua estrutura não é feita de forma convencional, a sua criação se dá por um sistema de arco estrutural produzido com 48 bambus pré-fabricados e folhas com alta resistência ao fogo.



O espaço é 100% sustentável, usando matéria prima em sua construção, energia eólica e a água fria do lago para criar uma ventilação natural. No telhado, há um orificio com diâmetro de 1,5 m para a evacuação de ar quente.



Esse tipo de edificação alternativa, se deu por sua agilidade e práticadade, pois a área é propensa a inundações e alta demanda de evacuações. O edifício dá uma sensação de luxo, mas ao mesmo tempo permanece suave em sua atmosfera.


www.adforum.com.br

Alison Berger – coleção “Tables of the Trade”

Design

Alison Berger, arquiteta, artista e designer texana, utiliza técnicas milenares de vidro soprado para criar formas que transcendam o tempo. A norte-americana, que já colaborou com grandes escritórios, como o de Frank O. Gehry, e também foi a primeira artista americana a criar uma linha de acessórios para a grife francesa Hermès, apresenta agora sua primeira coleção de móveis “Tables of the Trade”, na loja Holly Hunt, de Nova York. A exposição, que ocupa todo o mezanino do showroom da Rua 58, fica aberta até o fim do ano. Vale a pena conferir!

A coleção de Berger é uma homenagem ao belo – a arte e o artesanato. O traço comum em toda a linha é a ideia de pegar as formas tradicionais e reinterpretá-las com os materiais: vidro jateado, bronze gravado e aço. “Eu sempre tive um grande respeito por comerciantes e artesãos, como carpinteiros, ourives, joalheiros, pessoas que fazem coisas dia após dia, ano após ano, tendo grande orgulho do seu trabalho, mas recebendo pouco ou nenhum reconhecimento por isso. Esta coleção foi a minha homenagem a eles, porque muitas das coisas que eles criam são passadas de gerações, ainda que nem sempre conheçam as histórias das pessoas que os criaram”, explica ela.  A Mesa do Pintor, no alto, foi baseada no interesse da designer pelo pintor italiano Giorgio Morandi (1890 – 1964). Depois de ver imagens do estúdio do artista, Berger projetou uma peça cuja superfície é gravada com um padrão circular abstrato inspirada na mesa de trabalho de Morandi, na qual depois de anos de uso, as marcas sobre a mesa, deixadas por objetos, tornaram-se um intrincado de círculos. Acima, o Banco de Carpinteiro foi inspirado nos bancos dos trabalhadores, mas aqui Berger reinterpretou com uma laje de vidro, de duas polegadas de espessura, que repousa sobre uma base de aço com pátina negra.

Para criar a estrutura circular da Mesa do Joalheiro, acima, a designer se inspirou em uma lupa. O tampo de vidros fundido lembra uma pedra preciosa. Abaixo, a Mesa do Escritor é composta de várias camadas de vidro preto, cada uma de uma espessura diferente, que ganharam palavras gravadas. A Mesa do Escritor é feita de bronze, e há também a versão em console. “Quando estava projetando essa coleção, eu queria ter certeza de que as peças não eram apenas bonitas de se olhar, mas funcionais. Esse é o meu teste na escolha do mobiliário para minha própria casa. Posso não usar sempre os móveis, mas quando eu passo por eles, seja no meu corredor, na sala, ou no quarto, devem ser agradáveis aos meus olhos e têm que me deixar feliz por trazê-los para minha casa”.
www.talk.arkpad.com.br